Centro de Pesquisa
e Publicação Acadêmica
  • Foto 02
  • Foto 01
  • Slides

Na tarde de ontem (8), foi apresentado no auditório da Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron), o plano de ação de pesquisa do Centro de Pesquisa e Publicação Acadêmica (CEPEP). A cerimônia contou com a presença de desembargadores e juízes do Tribunal de Justiça, além de mestrandos e bolsistas da Escola da Magistratura.

O diretor da Emeron, desembargador Marcos Alaor Diniz Grangeia, iniciou o evento lembrando as ações no decorrer da história da Escola que trouxeram a este momento, como o convênio com a Universidade Federal de Rondônia e as bolsas de mestrado e doutorado para magistrados: “O tempo se encarregou de dizer que o Centro de Pesquisa é necessário, consequência do que vem sendo feito ao longo do tempo na Escola. A receita de sucesso tem sido exatamente dar continuidade ao que tenha início e seja uma boa ideia, todos que passaram colocam um tijolo e a construção vai se fazendo”.

Sobre a importância do CEPEP, criado com o objetivo de produzir conhecimento científico para desenvolver e aprimorar a prestação jurisdicional, o diretor disse: “São poucas as escolas no país que possuem centros de pesquisa ativos, a nossa será a terceira. Além de estudar e absorver conhecimento, oferecemos agora a possibilidade de desenvolver pesquisa a respeito das nossas questões, como administração de presídios ou de vara, que hoje tomam um outro formato”. Marcos Alaor afirmou ainda que a estruturação do centro buscou deixar portas abertas para a participação de pesquisadores externos para que estes possam contribuir, vivificar e clarificar as ideias surgidas no contexto da pesquisa.

A seguir, o coordenador do CEPEP, professor Rodolfo Jacarandá, destacou o caráter de inovação do Centro: “Um centro de pesquisa é necessariamente um laboratório de inovação, de produção de conhecimento, sobretudo de pesquisa aplicada, e essa será a primeira diretriz, aprimorar a prestação jurisdicional, produzir conhecimento para oferecer serviços judiciais de melhor qualidade e que atendam ao público”. Ele apresentou as próximas ações do Centro: “O funcionamento terá início com um processo seletivo que será lançado em breve por meio de edital, no qual a comunidade do Tribunal será convocada para propor projetos, que serão avaliados pelo conselho técnico científico e aprovados pela direção da Escola. A nossa expectativa é que servidores, magistrados e outros parceiros institucionais possam, num ciclo curto de um ano inicialmente, começar a apresentar os resultados desse envolvimento com a produção do conhecimento”.

Jacarandá explanou sobre as linhas de pesquisa e objetivo de cada um dos quatro grupos de pesquisa criados: Sistema Nacional de Precedentes, Administração Judiciária e Tecnologia, Direitos Humanos e Execução Penal e Justiça, Família e Sociedade. “Os interessados em propor projetos de pesquisa deverão apontar os grupos existentes aos quais gostariam de se filiar e a linha de pesquisa. Esperamos que a comunidade envolvida atenda à chamada. Serão criados mecanismos variados de inventivos e a Escola da Magistratura oferecerá todo o suporte logístico, humano e material possíveis à execução dos projetos e todas as propostas serão avaliadas criteriosamente, pensando sempre na finalidade maior do Centro, que é de apresentar, dentro do prazo estabelecido, a inovação de que todos precisamos”.

Participaram também do lançamento o Secretário-Geral Sérgio William Domingues Teixeira, representando o Presidente do Tribunal de Justiça, Desembargador Walter Waltenberg Silva Junior, o Corregedor-Geral da Justiça, Desembargador José Jorge Ribeiro da Luz; e o Presidente da Associação dos Magistrados de Rondônia, Desembargador Alexandre Miguel.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron

Permitida a reprodução mediante citação da fonte Ascom/Emeron

Acompanhe-nos nas redes sociais: twitter.com/emeron_rondonia e facebook.com/EmeronRO