Estudantes da Escola Campos Sales, no município de São Francisco do Guaporé, na semana passada, receberam as ações do projeto social “Justiça e Cidadania se Aprende na Escola: Meu conhecimento faz Justiça”, parceria da Emeron com a Associação dos Magistrados de Rondônia (Ameron) e Secretaria de Estado da Educação (Seduc). O objetivo foi esclarecer sobre o funcionamento da Poder Judiciário. As ações acontecem em todas as comarcas do Estado.      

Em São Francisco do Guaporé, o juiz Artur Augusto Leite Junior conversou com os estudantes da Escola Campos Sales sobre a importância da Justiça na vida dos cidadãos; explicou sobre a composição da Justiça e as principais atividades de seus servidores. O magistrado falou sobre a realização do Concurso de Redação “Justiça e Cidadania”, destinado aos alunos do 1º ano do ensino médio, que poderão ter direito à premiação individual para as três melhores redações de cada comarca. Na oportunidade, todos receberam a cartilha Justiça e Cidadania, material que amplia, de modo simples, o conhecimento sobre questões relativas à cidadania, à Justiça, além de favorecer a construção e solidificação da democracia e direitos do cidadão. 

 

Nesta semana, nos dias 3 e 4 de julho, os alunos do 1º ano da escola Campos Sales farão uma visita para conhecer as instalações do Fórum de São Francisco e aprender como são desenvolvidas as atividades pelo Poder Judiciário de Rondônia, oportunidade que os ajudará a ter condições de melhor abordar as temáticas que forem cobradas para a elaboração da redação.

Alvorada D’Oeste

Na Comarca de Alvorada D’Oeste, os alunos dos turnos matutino e vespertino da Escola Santa Ana conversaram com a juíza Simone de Melo, que, após audiência, reservou tempo para atendê-los no Fórum. Ela abordou sobre a estrutura do Judiciário e, em seguida, deu espaço à sua irmã, Sandra de Melo, graduada em Letras e Direito, que trabalha no Tribunal Regional do Trabalho do Estado de São Paulo, para falar sobre a importância da leitura, do conhecimento e explicar resumidamente sobre que é a Constituição Federal. A magistrada, ao retomar sua fala, foi indagada pelos estudantes sobre assuntos como julgamento, verdade, mentira e prisão.

Na sequência, a juíza conversou com estudantes do período noturno, da mesma escola, sobre a atuação e estrutura do Poder Judiciário, júris, e aproveitou para falar um pouco de sua experiência de vida pessoal. “Foi bem divertido, acabamos rindo bastante. Ao final perguntaram se é perigosa a atividade profissional de um juiz e como eu fiz para passar no concurso”, contou.

Porto Velho

No último final de semana, três escolas nas zonas Leste e Sul de Porto Velho também receberam a visita de juízes que trocaram experiência com os estudantes.

O juiz Flávio Henrique de Melo visitou a escola Gov.  Jesus Burlamaqui Hosannah, na zona sul da Capital, para abordar a evasão escolar tanto do ponto de vista jurídico quanto dos prejuízos sociais. Na Escola Professor Orlando Freire, a juíza Rejane de Sousa Gonçalves Fraccaro convidou os alunos a participarem do concurso de redação e explicou sobre o funcionamento da justiça.

A escola Capitão Manoel Cláudio, no Bairro Cidade do Lobo, teve a participação da juíza Miria do Nascimento de Souza. Os alunos da escola puderam ter acesso às informações que para eles foram novos conteúdos como integridade física, violação de direitos, medida protetiva e de reparações por danos morais, por exemplo. A juíza destacou que a iniciativa, além de fomentar mais conhecimento, acontece simplesmente para aproximar e deixar as portas abertas do Judiciário para a comunidade.

Na Escola São Luiz, no Bairro JK, o magistrado Johnny Gustavo Clemes palestrou para o público estudantil e destacou, dentre vários tópicos, o conceito de Justiça, condenação e regimes de prisão, sobretudo os direitos LGBTQI+, sobre os quais os alunos fizeram bastante perguntas. Como recurso pedagógico o juiz simulou um júri para facilitar o entendimento sobre o papel da réplica e tréplica.

Na próxima sexta-feira, será a vez da Escola Risoleta Neves, no Bairro JK, receber o projeto. O juiz Edenir Sebastião Albuquerque da Rosa será o responsável pela palestra.

Concurso

O concurso de redação será realizado em 64 escolas do ensino médio estaduais nas sedes de todas as comarcas do Poder Judiciário de Rondônia. A ideia é alcançar até 10 mil estudantes. Os prêmios são bicicletas para os alunos e notebook para os professores; já as escolas que tiverem o melhor engajamento no projeto poderão ganhar projetor (data show).

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional – TJRO (com adaptações da Assessoria de Comunicação – Emeron)

Permitida a reprodução mediante citação da fonte Ascom/Emeron

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