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Pós-graduação em Terapia Familiar Sistêmica, aplicada a psicólogos e assistentes sociais do TJRO, é concluída

b_480_360_16777215_00_images_noticias_fotos_201707_TFS.JPGNo início deste mês a Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (EMERON) finalizou a pós-graduação Lato Sensu em Terapia Familiar Sistêmica, voltada a capacitação de 50 psicólogos e assistentes sociais de diversas comarcas do judiciário de Rondônia.

A realização do curso de pós-graduação objetivou o aprofundamento do conhecimento técnico no atendimento familiar, possibilitando aos profissionais de serviço social e psicologia adquirir conhecimentos e práticas específicos para maior desenvoltura na aplicação da abordagem sistêmica em todas as intervenções psicossociais realizadas na prestação jurisdicional.

Ao todo foram 510 horas aula, sendo 12 módulos presenciais e 120 h/a de aproveitamento do Curso de Formação e Aperfeiçoamento em Terapia Familiar Sistêmica, realizado em 2015. Os módulos foram iniciados em agosto de 2016 e ministrados pelo Centro de Formação e Estudos Terapêuticos da Família (CEFATEF).

A especialização teve como diferencial o foco nas atividades práticas, como a promoção de vivências psicodramáticas, além de Estágio e Atendimento Social Supervisionado em todos os módulos.

Monografia

Como resultado da especialização, os participantes apresentaram trabalhos de conclusão de cursos em que desenvolveram conhecimentos em torno dos problemas vivenciados diariamente no atendimento às famílias em situação de litígio.

A aplicação das técnicas de terapia sistêmica em casos de drogadependência, violência familiar, adoção, parentalidade, cuidado aos filhos com deficiências mentais e mediação familiar foram alguns dos objetos de estudo dos psicólogos e assistentes sociais e aprofundam as discussões sobre a avaliação e a intervenção do judiciário no núcleo familiar com um novo entendimento, o pensamento sistêmico, em que os relacionamentos familiares são considerados como um fator determinante para a saúde mental e os problemas da família são vistos mais como um resultado das interações sistêmicas do que como uma característica particular de um indivíduo.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron
Permitida a reprodução mediante citação da fonte Ascom/Emeron

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