Opinião

Transversalidade e Gestão do Conhecimento no Poder Judiciário

RESUMO

A Constituição 1988 reconheceu ao Poder Judiciário independência e autonomia administrativa e financeira. Uma das maiores dificuldades em exercer a administração, vem a ser a ausência de gestores capazes de conduzirem o processo de forma eficaz e célere. A globalização tem implicações em todas as esferas da vida em sociedade. Na era das redes, a transversalidade emerge como característica essencial de um projeto de formação focado no desejo do compartilhamento, do pertencimento, da solidariedade e do desenvolvimento de competências. Seguindo esse raciocínio, tomando-se como exemplo os desafios gerenciais, este artigo, fruto de uma revisão bibliográfica, traz para discussão reflexões sobre diretrizes no âmbito das práticas pedagógicas da Escola Judicial, para a inclusão dos temas transversais em seus projetos pedagógicos, com o objetivo de subsidiar cursos e programas de educação corporativa, em nível de formação inicial e continuada. Neste contexto, realça a importância dos temas transversais na formação de magistrados e servidores do judiciário, representando um forte apelo aos fundamentos da inclusão e da diversidade.

Palavras-Chave: Transversalidade. Formação. Escola Judicial.

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