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O processo judicial eletrônico traz uma nova era ao Poder Judiciário e aos jurisdicionados. Os processos permanecerão à disposição dos interessados por período integral, exigindo dos gestores a estruturação de condições para a sua implementação, em especial, a fim de identificar os anseios e as expectativas de seus atores em relação à razoável duração do processo. A contribuição de magistrados e à receptividade do novo programa são essenciais ao seu desenvolvimento. A inter-relação do processo judicial eletrônico com as estruturas físicas e motivacionais demonstra a necessidade de uma visão global e harmônica para o seu sucesso. O trabalho traz uma breve análise do arcabouço histórico e legislativo do Processo Judicial eletrônico pelo Conselho Nacional da Justiça, suas etapas e acolhimentos pelo TJ/RO. A doutrina indicada, contribuí para destacar aspectos atinentes à celeridade processual com a chegada do PJ-e, a fim de que não fique numa mera reprodução do atual processo físico. Com o propósito de situar o Tribunal de Justiça de Rondônia em relação aos demais Tribunais de Justiça da região norte e servir como reflexão para futuras decisões, o trabalho abordou vantagens e desvantagens mediante comparação. A mudança de paradigma trazida pelo PJ-e encontra interesse nos atores envolvidos, que alimentam expectativa por treinamentos, adequação de espaço, avanços nas condições de trabalho, obtendo melhoria em prol da razoável duração do processo.

Palavras-chave: Processo Judicial eletrônico. Celeridade. Razoável duração do processo.

Autores: Alex Balmant e Luís Marcelo Batista da Silva

Orientadora: Profa. Ms Ione Grace do N. Cidade Konzen