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A utilização da tecnologia e da informática no Poder Judiciário tem trazido diversos avanços, principalmente no que concerne ao acesso à justiça. O uso dessa tecnologia propicia a utilização de máquinas não apenas para os trabalhos corriqueiros, mas
também para as atividades mais complexas. Com a introdução do processo judicial eletrônico, a inteligência artificial vem se tornando cada vez mais esperada, vez que as demandas no judiciário crescem gradativamente e se buscam as soluções dos
conflitos. No Direito, a Inteligência Artificial (IA), utilizando a inserção de dados e algoritmos, começou a ser utilizada como forma de facilitar as atividades procedimentais, com o objetivo de alcançar uma maior celeridade no andamento dos processos que poderiam demorar mais tempo caso fossem aguardar a análise pelo ser humano. Nessa esteira, também deve-se pensar no uso da Inteligência Artificial na elaboração de decisões judiciais nos “casos fáceis”, onde há menor complexidade, ou seja, que não demandem uma maior análise fática e probatória, bem como argumentativa por parte do Juiz (a), a fim de promover uma análise mais rápida dos processos. Atualmente, a inteligência artificial já está sendo utilizada para elaborar petições em
grandes escritórios de advocacia. Contudo, há que se observar que o uso traz pontos positivos e negativos. A metodologia utilizada é quali-quantitativa. O resultado esperado é o maior acesso à justiça e celeridade no processamento e julgamento das demandas judiciais.

 

Aluno(a):  Rejane de Souza Gonçalves Fraccaro.

Palavras-chave:  Tecnologia; Acesso à Justiça; Inteligência Artificial; Processamento e Julgamento.

Orientador(a): Me. Eduardo Abílio Kerber Diniz.