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 O presente trabalho de pesquisa, tem como objetivo analisar a guarda compartilhada como meio de prevenir a alienação parental. Portanto, buscará resguardar o princípio do melhor interesse da criança e do adolescente, bem como, o convívio familiar e inibir um futuro de trauma psicológico ao filho, visando a harmonia familiar e a preservação dos interesses dos envolvidos nestas lides que envolvem a guarda dos filhos, priorizando o vínculo afetivo e preservando o convívio da prole com ambos os genitores, pretendendo achar uma melhor solução para a convivência de forma equilibrada, com os seus filhos. Diante do aumento das separações e divórcios, este estudo visa compreender como as novas configurações familiares têm impactado a dinâmica familiar, com destaque para o crescimento da alienação parental e suas consequências para o bem-estar das crianças e adolescentes. Estudos recentes revelam que os traumas são internalizados pelo alienado parental e traz graves consequências que refletem em sua vida adulta. Ressalta-se que mesmo após o fim do vínculo conjugal, ambos os genitores permanecem com os mesmos direitos e deveres em relação a sua prole. A utilizou a metodologia dedutiva, bibliográfica e documental pertinente ao estudo aqui elaborado. Conclui-se que o instituto da guarda compartilhada emergiu com o objetivo de amenizar os reflexos negativos da ruptura conjugal patrimonial, como também visar o melhor interesse da criança e do adolescente garantindo-lhes o direito de conviver com sua família natural, bem como de ter referências paternas e maternas para sua formação.

 

Aluno(a): Eliene Oliveira de Araújo Andrade.

Palavras-chave: :  guarda compartilhada; poder familiar; alienação parental.

Orientador(a):  Profª. Úrsula Gonçalves Theodora de Faria Souza.