Nesta segunda e terça-feira (26 e 27), a Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron) promoveu o curso Atendimento ao público com ênfase na ética pessoal e profissional, ministrado a servidores que atuam em cartórios e nos Centro Judiciário de Solução de Conflitos e de Cidadania, como conciliadores.

O curso foi ministrado pela Assistente Social Maria Inês Soares de Oliveira e tratou temas como linguagem, postura, ética e diversidade humana para estimular a construção de uma inteligência emocional voltada à proteção do servidor diante de situações de estresse e situações de conflito como forma a evitar o adoecimento físico e psíquico do servidor e produzir um atendimento mais humanizado à população.

Outro ponto importante abordado na formação é a administração de conflitos, por meio do acolhimento, da escuta empática e da comunicação não violenta. “É um trabalho que visa desenvolver as potencialidades do servidor no sentido de que atendam os diferentes públicos em duas diversas demandas de uma forma acolhedora e respeitosa”, explica Maria Inês.

O curso também desenvolveu a auto percepção e a ressignificação de valores. “Trabalhamos a auto percepção e a ressignificação de valores, tanto dos valores pessoas como o respeito dos valores do outro, de forma que não haja tanto sofrimento por aquela demanda que vem de fora e que muitas vezes é bastante tóxica, pelo medo de quem chega no judiciário, pela intransigência ou pela dificuldade de se comunicar”.

 

A respeito da comunicação, Maria Inês explica que a adequação da linguagem é item primordial para evitar conflitos. “Às vezes a gente pensa que está sendo muito claro e nós estamos usando os termos peculiares ao desempenho da função e ao trabalhar essa linguagem, entendemos que o outro nem sempre está dentro desse universo e que ele tem que ser visto e tratado dentro das suas peculiaridades”.

A ministrante também fez vários elogios à turma, pelo empenho e disponibilidade para o aprendizado. “A turma é muito boa e participative. A gente vê uma vontade e uma abertura muito grande pra abordagem de assuntos às vezes difíceis e muito privados, reconhecendo suas dificuldades, os seus pontos positivos também e o que pode ser utilizado em favor para entender qual é a contribuição que eles podem dar, que é personalíssima deles, para enriquecer esse trabalho de atendimento às pessoas que buscam o judiciário”, concluiu.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron

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