
Na última semana, o Diretor da Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron), Desembargador Marcos Alaor Diniz Grangeia, acompanhado do diretor e vice-diretor eleitos para o biênio 2020-2021, Desembargador Miguel Monico Neto e Edenir Sebastião Albuquerque da Rosa, participou do XLIX Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura (Copedem), realizado em Florianópolis (SC).
Realizado trimestralmente, o encontro do COPEDEM visa permitir que as escolas de magistratura e judiciais dos estados possam trocar experiências no campo de suas atividades, trabalhando em conjunto para buscar uniformizar as atividades didáticas e acadêmicas no estudo do direito e visando ao crescimento intelectual do Magistrado.
Promovido nos dias 12 e 13 de setembro, o encontro teve como tema “A Magistratura na Era Digital: Avanços e desafios” e reuniu cerca de 200 magistrados de todo o país para discutir o avanço da tecnologia e a postura do judiciário frente a este cenário. Na conferência de abertura, o ministro do STJ Paulo de Tarso Sanseverino falou sobre os impactos da inteligência artificial para a privacidade dos cidadãos brasileiros, com um alerta especial em relação aos impactos da inteligência artificial na privacidade dos cidadãos brasileiros.
No segundo dia de evento, os participantes acompanharam a apresentação de boas práticas das Escolas Judiciais e de Magistratura, além da palestra “Modelos de comportamento judicial: Influência da mídia e da opinião pública nas decisões judiciais”, em que a jurista Patrícia Perrone Campos Mello abordou os fatores que influenciam na decisão do magistrado.

Encerrando a programação do evento, o presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Dias Toffoli, realizou conferência sobre as estratégias do Poder Judiciário brasileiro para enfrentar os desafios da sociedade digital. Toffoli destacou o avanço de projetos, em diversos tribunais brasileiros, que utilizam tecnologia e inteligência artificial para potencializar processos e melhorar os serviços oferecidos pelo sistema de Justiça. “A Justiça não é um prédio ou um local, mas um serviço que pode ser prestado, de diversas maneiras, pelo meio digital”, lembrou.
Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron (com informações do Copedem)
Permitida a reprodução mediante citação da fonte Ascom/Emeron
Acompanhe-nos nas redes sociais: twitter.com/emeron_rondonia e facebook.com/EmeronRO