Em virtude das medidas de contenção à pandemia do coronavírus instituídas pelo Poder Judiciário de Rondônia, o Núcleo Pedagógico da Escola da Magistratura do Estado (Emeron) em Ji-Paraná continua com a realização das aulas de forma remota. Entre outras atividades da modalidade a distância, os professores da Especialização em Direito para a Carreira da Magistratura (EDCM) têm realizado videoconferências com os alunos da pós-graduação lato sensu para manter o cronograma das disciplinas.

As aulas virtuais acontecem nos mesmos dias e horários em que seriam ministradas de forma presencial e estão transcorrendo normalmente. “Tem sido uma experiência ímpar”, conta o aluno Aluízio Dutra Filho, que nunca havia estudado por este modelo de aprendizado. “Infelizmente, com a pandemia nosso cotidiano sofreu uma brusca mudança, porém creio que neste novo formato de ensino, nós alunos estamos conseguindo assimilar bem a matéria dada, então não vislumbro prejuízo acadêmico”.
Segundo ele, os professores têm ministrado as aulas de forma bem clara e com bastante interação entre alunos e docente. “Os professores sempre disponibilizam o material a ser estudado, com isso podemos dar uma olhada e, se houver dúvidas, estas são esclarecidas na hora da aula”, acrescenta Aluízio.
A turma 2020 da EDCM em Ji-Paraná teve início no último dia 9 de março, com a aula magna ministrada pelo juiz Álvaro Kalix Ferro, sobre “As recentes modificações da Lei Maria da Penha e as implicações da atualização do Código de Processo Penal na referida Lei Especial”. Em seguida, tiveram início as aulas do primeiro semestre letivo, ainda de forma presencial, das diversas disciplinas da pós-graduação, como Direito Penal, Processual Penal e Direito Civil, mas desde a suspensão no dia 17 de março elas estão sendo ministradas remotamente.
A chefe da Seção de Curso de Extensão e Aperfeiçoamento em Educação à Distância (Secead) da Emeron, Fabiana Pereira, auxilia docentes e discentes na utilização do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da Escola. “Não há barreira para a propagação do conhecimento, com a plataforma podendo ser acessada pelo computador ou smartphone do acadêmico”, salienta a servidora.

Como a maior parte da turma do polo de Ji-Paraná reside em municípios próximos, as aulas remotas acabam por evitar o deslocamento de vários alunos até a cidade. “Podemos assistir à aula no conforto da casa ou escritório”, afirma Aluízio. O único ponto negativo, segundo ele, é a falta de calor humano imposta pela pandemia. “Sem a aula presencial, não podemos dar aquele aperto de mão e o abraço nos colegas e professores, aquele momento de intervalo e ida até o cafezinho, colocando o assunto em dia”, diz. Ainda assim, o acadêmico acredita que está valendo a pena: “Apesar da novidade, os professores estão conseguindo ministrar bem as aulas e, consequentemente, nós alunos de aprendermos”.
Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron
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