Hoje, 22 de abril, celebra-se o Dia Internacional da Mãe Terra, data criada em 2009 pela Organização das Nações Unidas com o objetivo de ajudar as pessoas a conhecerem os direitos da Terra enquanto organismo produtor de vida. A celebração rememora o primeiro protesto nacional norte-americano contra a poluição, ocorrido em 22 de abril de 1970.

Este ano, a data tem como tema a crise climática e visa reforçar os esforços para limitar o aumento da temperatura global em 1,5 grau Celsius até o final do século. Segundo cientistas de diversos países, os últimos cinco anos foram os mais quentes desde 1850, quando se iniciou a medição de temperaturas ao redor do globo. O aumento é promovido por atividades como queima de combustíveis fósseis para produção de energia e provoca desequilíbrios como o derretimento do gelo polar e, por consequência, morte dos animais que habitam estas regiões e aumento do nível do mar – gerando inundações. Estima-se que cerca de 1 milhão de espécies animais e vegetais estão ameaçadas de extinção. 

Para os humanos, também há prejuízos. Temperaturas mais altas aumentam os casos de doenças transmitidas por insetos, malária e estresse por calor, além de representar maior risco de defeitos cardíacos congênitos e desnutrição, visto que o aumento das temperaturas impacta diretamente da produção de alimentos e o aumento de CO2 afeta o valor nutricional de algumas culturas, como o arroz. Para o secretário-geral da ONU, a recuperação da pandemia da Covid-19 “é uma oportunidade para pôr o mundo num caminho mais limpo, mais verde e mais sustentável”. Para a organização, restaurar ecossistemas danificados ajudará a acabar com a pobreza, a combater as mudanças climáticas e a prevenir a extinção em massa, visto que são os ecossistemas que sustentam toda a vida na Terra. 

O desenvolvimento sustentável tem sido um dos focos da atuação da Escola da Magistratura do Estado de Rondônia- Emeron. Na perspectiva social, a Emeron volta-se ao crescimento das habilidades humanas, à construção de um ambiente laboral e educacional diverso e humanizado e à diminuição da discriminação e das desigualdades. No campo da proteção ambiental, além da promoção de cursos, estudos e debates que visem o aprofundamento do conhecimento na área, a Escola tem adotado uma postura mais sustentável em suas atividades. 

A pandemia do novo coronavírus promoveu uma forçosa redução no consumo de água, energia e produção de resíduos, mas antes disso, a Emeron já trabalhava para encontrar soluções a estas questões. Ainda no início de 2020, a Escola iniciou uma campanha de incentivo ao uso de copos e canecas pessoais tanto para os seus próprios servidores e servidoras, quanto para alunos e alunas e docentes de suas formações, como forma a diminuir o consumo de copos plásticos e reduzir o volume de resíduos. Também foi promovida orientação para que os servidores e servidoras ampliassem ao máximo as tratativas virtuais e estímulo aos docentes para uso do Ambiente Virtual de Aprendizagem como repositório de conteúdo e em atividades didáticas, como forma a reduzir o quantitativo de impressões.

Além disso, a nova sede, com previsão de entrega para o fim deste ano, também já é objetivo de iniciativas sustentáveis. O projeto arquitetônico prevê a autossuficiência na geração de energia por meio da utilização de energia solar, o que proporcionará economia de recursos públicos e também diminui a necessidade de energia de fontes hidro e termoelétricas, com maiores impactos ao meio ambiente. A gestão dos resíduos sólidos na nova sede também já está sendo elaborada, por meio da participação de nove servidores e servidoras da Emeron e outros seis do Tribunal de Justiça de Rondônia em formação em Logística Reversa. O curso, iniciado em fevereiro e que se encerra na próxima semana, apresenta ferramentas para o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e para a correta destinação de embalagens pós-consumo e de materiais como pilhas, eletrônicos e lâmpadas, para a reciclagem ou para a obtenção de energia.

A proteção ao meio ambiente é responsabilidade de todos e todas e um compromisso da Emeron enquanto signatária do Pacto Global e promotora dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Enquanto Escola de Governo e Instituição de Ensino superior, a Emeron entende seu papel social neste esforço global, pois entende que somente juntos, não deixaremos ninguém para trás!

Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron

Permitida a reprodução mediante citação da fonte Ascom/Emeron

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