Na última semana, o diretor da Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron), desembargador Raduan Miguel Filho, viajou a Salvador (BA) para o seminário do Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura (Copedem), entre os dias 26 e 28 de maio. Com o tema “Retomada do Crescimento Econômico”, o evento foi promovido em parceria com a Escola Nacional da Magistratura (ENM) e a Escola Superior da Magistratura Tocantinense (ESMAT).
No primeiro dia, foram trazidas questões como a recuperação de empresas no atual contexto econômico e o papel da infraestrutura na retomada do crescimento. Em sua fala na abertura, o desembargador Marco Villas Boas, presidente do Copedem, lembrou a importância da retomada das atividades presenciais da entidade, mesmo que ainda com público reduzido, mas com a preocupação em debater temas socioambientais e a inter-relação com a comunidade internacional. “Devemos pensar agora como voltar a crescer economicamente valorizando as pessoas, a partir da preservação e conservação do ambiente que possui inúmeras comunidades tradicionais, povos da floresta, entre outros grupos. Estamos trabalhando no dia a dia para que o Brasil cresça economicamente potente e com a atenção ao que ele tem de mais precioso, que é o seu povo”, afirmou.
O segundo dia foi destinado a discutir questões das áreas da saúde, energia, previdência, litigiosidade predatória, transformações no cenário econômico e a regulação da inteligência artificial. O seminário foi encerrado no sábado (28), com mais quatro painéis: Comércio e Ambiente de Negócios, Agro, Inovação Tecnológica e Justiça do Trabalho – além de debates que abordaram temas como Regulação da Inteligência Artificial e as Transformações Mundiais no Cenário Pós-Pandemia.

Para o desembargador Caetano Levi Lopes, presidente da ENM, foram três dias de uma jornada memorável em que foram levantadas reflexões sobre uma nova realidade no cenário mundial. “O mundo não será o mesmo neste pós-pandemia. As relações sociais, as relações de trabalho, tudo mudou. E seria muita ingenuidade pensar que depois da pandemia tudo retornaria ao normal. Tudo está mudado”, argumentou.
No encerramento do seminário, o desembargador Marco Villas Boas disse que o Copedem e as Escolas da Magistratura brasileiras ao longo dos anos foram se aprimorando para chegar a um nível de formação e de debates que discutem temas atuais não só sobre questões jurídicas, mas também socioeconômicas brasileiras e mundiais. “Essa interlocução com a sociedade e com os setores econômicos e de produção nos leva a um pensamento muito mais amplo, não apenas sobre aperfeiçoamento do sistema de justiça, mas também de um fórum permanente de debate para o aperfeiçoamento da sociedade, abertura de canais de diálogo, de pacificação social, cumprindo uma missão transcendental em prol do desenvolvimento humano, socioambiental e econômico de todo o nosso País”, afirmou.
Todas as palestras e painéis estão disponíveis no YouTube do Copedem. Sob a coordenação do Centro de Memória Jurídica – Memory, o seminário contou com o apoio institucional da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat) e da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam).
Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron (com informações da Esmat)
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