Um grupo de vinte magistrados(as) e servidores(as) do Tribunal de Justiça de Rondônia participou no último dia 21, na Escola da Magistratura do Estado (Emeron), do curso Atualização do CPC, focado em mediação no Código de Processo Civil de 2015. A formação buscou aplicar as principais inovações contidas na legislação processual civil, objetivando a promoção de soluções eficazes para o bom desenvolvimento dos processos e melhorar o atendimento aos anseios e necessidades dos jurisdicionados.

O ministrante do curso foi o desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) José Roberto Neves Amorim. Ele iniciou a fala relembrando a longa atuação na temática do encontro, a mediação e conciliação, incluindo o período em que foi conselheiro no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Eu me considero um apaixonado por mediação, comecei a trabalhar com a mediação quando fui convidado a ir para o CNJ pelo ministro Cezar Peluso, então presidente do Supremo Tribunal Federal, que achou que eu tinha perfil para a implementação das mediações no Brasil todo”, recordou.

Representando a presidência do TJRO na abertura do evento, o desembargador Alexandre Miguel destacou a importância do objeto da formação. “Precisamos acelerar nossos passos para que essa cultura da conciliação e da mediação finque raízes e floresça de forma firme e também da maneira mais rápida possível”, declarou o magistrado.

O diretor da Emeron, desembargador Raduan Miguel Filho, agradeceu aos presentes e destacou a intenção do tribunal em oferecer formação de qualidade. “O interesse e o investimento nas atualizações em processo civil é muito grande, porque o novo código trouxe muitas inovações e quando nós estudamos, era o código anterior”, disse o diretor.

Na segunda parte da manhã, os cursistas se dividiram em três grupos temáticos para debate e exposição. Em seguida, puderam tirar dúvidas com o professor. Dentre as magistradas participantes, estava a titular da 9ª Vara Cível da comarca de Porto Velho, juíza de Direito Valdirene Clementele, que descreveu e avaliou as atividades realizadas. “O evento auxiliou bastante trazendo conceitos, um pouco sobre a teoria e a prática do professor nesse assunto, ele é um estudioso de mediação. Isso deve se refletir na nossa atuação, na condução dos processos, na avaliação que o juiz precisa fazer se é o caso de enviar ou não o processo para mediação”, finalizou.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron

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