O Centro Cultural e de Documentação Histórica do Judiciário (CCDH), vinculado à Escola da Magistratura (Emeron), reuniu na última quarta-feira (15) mais de 200 pessoas para o lançamento do livro do técnico judiciário Hérlon Fernandes Gomes, “Paiol de Pólvora”, e abertura da exposição “Quando as máquinas de escrever dominavam o mundo”. Estiveram no evento, que aconteceu durante a semana da VI Mostra Cultural do Judiciário, servidores(as) e magistrados(as) de todo o estado participantes da Mostra, além do público geral.

Para o técnico judiciário, foi uma grande surpresa e prazer, pois não esperava esse grande comparecimento de amigos(as), servidores(as) e população. “Não esperava esse comparecimento massivo e uma organização tão bonita, a Emeron juntamente com o CCDH fizeram realmente um evento que certamente vai ficar para a história do TJRO”, disse. “Essas oportunidades dadas aos servidores(as) e artistas transformam o Judiciário em um poder humano, que se preocupa também com o bem estar, além da jurisdição”, concluiu Hérlon, sentindo-se agradecido e honrado com o sucesso da noite e de toda a Vl Mostra Cultural do Poder Judiciário.
Para a juíza Karina Miguel Sobral, vice-diretora da Emeron e presidente da Comissão Organizadora da Mostra Cultural, Hérlon é um profissional e ser humano diferenciado, que todos tiveram oportunidade de conhecer um pouco no último dia 15. “Ainda não pude ler Paiol de Pólvora, mas, conhecendo o autor, tenho convicção da qualidade do trabalho. Se o sucesso profissional é resultado da combinação de talento, trabalho árduo e oportunidade, Hérlon representa esse sucesso, pois reúne todas essas características. Tenho convicção que ele seguirá tendo muito sucesso”, diz a magistrada.

Como forma de preservação e exibição para os visitantes, os trabalhos realizados nas edições anteriores da Mostra Cultural estão espalhados nas paredes do CCDH. São imagens e poemas realizados por magistrados e servidores(as), e desta forma até reproduções estão sendo feitas e podem ser vistas, como na imagem abaixo.

Foi realizado um sorteio de dois livros para o público presente e uma sessão de autógrafos dentro da exposição, juntamente com a abertura da sala permanente, para que os visitantes pudessem conhecer a história do Judiciário preservada pelo CCDH, onde são realizadas visitas guiadas em torno de seus acervos para a população em geral.

Visite o Centro Cultural e de Documentação Histórica de segunda a sexta, das 10h às 17h, e conheça a história do Poder Judiciário e como ela atravessa a história do estado, além da exposição de mais de 20 máquinas de datilografia, das quais duas podem ser utilizadas para uma experiência única. A exposição está disponível até o dia 05 de janeiro.
Imagens: Assessoria de Comunicação Institucional e Bruna de Paula
Texto: Bruna de Paula, estagiária de jornalismo do CCDH (sob a supervisão de Gustavo Sanfelici)