O Centro Cultural e de Documentação Histórica do Judiciário de Rondônia (CCDH), vinculado à Escola da Magistratura do Estado (Emeron), está realizando a organização de seu inventário, que contém processos históricos, desde maio de 2023. Já no início deste ano, foram disponibilizados 90 processos, além das atas de instalação da comarca de Santo Antônio do Rio Madeira, de eleição federal na mesma localidade e o livro “Memória Judiciária” de Nilza Menezes, na plataforma Acesso à Memória (AtoM).

AtoM é um aplicativo de descrição arquivística integralmente voltado para a web e baseado nas normas do Conselho Internacional de Arquivos (CIA), recomendado pelo Conselho Nacional de Arquivos, sob a Resolução n. 320/2020, tendo como principal objetivo proporcionar uma ferramenta de difusão de acervo com acesso online. Ao longo dos próximos meses os processos serão digitalizados e realizada a descrição arquivística da maioria dos documentos históricos presentes no inventário, sendo selecionados e disponibilizados no decorrer do ano.

O inventário é organizado de maneira digital e acessível aos pesquisadores e à sociedade, disponibilizado por meio do site do CCDH e divulgado nas redes sociais. O responsável pelo inventário, arquivista do PJRO Felipe Sandes, explica pontos importantes de sua construção: “O inventário é uma lista completa e detalhada de todos os documentos e coleções existentes no CCDH, que inclui informações como número do processo, autor, comarca, localização física, estado de conservação, obras raras, entre outros metadados. Essas informações são cruciais para a gestão do acervo, pois permitem a identificação de itens importantes, que requerem cuidados especiais de preservação, e a tomada de decisões sobre sua guarda”. Além disso, o arquivista destaca a importância da recuperação de informações e que o pesquisador possa ter um acesso e criação de filtro sobre os temas de seu interesse.

Dentre esses processos está o primeiro inquérito policial de Porto Velho enquanto ainda pertencia à comarca de Humaitá, além de um processo sobre uma moça que foi acusada de feitiçaria e posteriormente condenada. Esses e outros podem ser visualizados por meio da plataforma de difusão do PJRO AtoM, que hoje possui 402 documentos. Acesse https://atom.tjro.jus.br/index.php/ e confira.

Bruna de Paula, estagiária de jornalismo do CCDH (sob a supervisão de Gustavo Sanfelici)

Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron

Permitida a reprodução mediante citação da fonte Ascom/Emeron 

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