A Escola da Magistratura de Rondônia (Emeron) abriu inscrições para a segunda turma do curso de capacitação do Sistema Nacional de Gestão de Bens (SNGB), do Programa Justiça 4.0, destinado ao público em geral. A formação, oferecida na modalidade EaD autoinstrucional, é desenvolvida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O curso visa capacitar os participantes no uso da ferramenta SNGB, permitindo cadastrar, rastrear e gerir bens apreendidos, assegurando a integridade e precisão dos dados através da plataforma. O objetivo é aprimorar a gestão de bens judicializados, proporcionando maior controle e eficiência na tramitação desses ativos.

Embora a capacitação seja destinada especialmente aos servidores do Poder Executivo responsáveis pela gestão de bens e documentos apreendidos, como integrantes das polícias civil, federal e rodoviária, todos os interessados no assunto e que desejam atuar na área também podem participar.

As vagas são ilimitadas e os interessados podem se inscrever por meio de link no site da Emeron (emeron.tjro.jus.br/inscricoes), entre os dias 3 e 7 de junho de 2024.

Com uma carga horária de 3 horas-aula, a capacitação ficará disponível aos inscritos entre os dias 1° e 31 de julho de 2024. O curso abrange conteúdos essenciais para a correta utilização do SNGB, incluindo a personalização do sistema de acordo com as necessidades de cada instituição e a geração de relatórios para análise de dados.

Magistrados(as) e servidores(as) do TJRO participarão de turmas próprias mediante convocação da Corregedoria Geral da Justiça e Divisão de Acompanhamento e Desenvolvimento de Carreiras (Diadec), respectivamente.

O que é o SNGB?

O Sistema Nacional de Gestão de Bens (SNGB) é uma plataforma tecnológica desenvolvida pelo Programa Justiça 4.0, que aprimora a política de gestão de bens judicializados e oferece maior controle da tramitação desses bens para evitar depreciações, perecimentos e extravios.

Em um único ambiente, os tribunais podem cadastrar bens, valores, documentos e objetos com restrição judicial, vinculá-los a pessoas e processos, e registrar todas as movimentações temporárias ou definitivas, como alienação, devolução, perdimento ou destruição.

Além de garantir que as partes recebam o que lhes é de direito, a solução contribui para reduzir custos de manutenção em espaços judiciais e policiais. O SNGB também permite a gestão de documentos e objetos sob a guarda do Poder Judiciário, com registro da cadeia de custódia.

 

Texto: Emily Costa (estagiária, sob a supervisão de Gustavo Sanfelici)

Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron

Permitida a reprodução mediante citação da fonte Ascom/Emeron

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