O juiz Dalmo Antônio de Castro Bezerra, do 5º Juizado Especial Cível da Comarca de Porto Velho, participou da Rio Innovation Week (RIW), evento global de tecnologia e inovação, realizado entre os dias 13 e 16 de agosto, no Píer Mauá, na cidade do Rio de Janeiro. O evento contou com palestras e workshops com especialistas de setores públicos e privados. A participação do magistrado foi proporcionada pela Escola da Magistratura de Rondônia (Emeron).
A programação contou com 37 conferências e ao menos dez foram específicas sobre inteligência artificial. O RIW ocupou uma área de 75 mil metros quadrados (m²) de extensão em cinco armazéns do Píer Mauá e no Museu de Arte do Rio (MAR). Estiveram presentes 2,5 mil startups (empresas promissoras de tecnologia) e 2 mil palestrantes. O evento teve 26 palcos para atrações simultâneas.
As conferências foram organizadas em 14 trilhas temáticas, abrangendo áreas como agronegócio, energia, mobilidade, empreendedorismo, inovação, sustentabilidade ambiental, esporte, mercado financeiro e diversidade. Além disso, foram apresentadas demonstrações de tecnologias, como realidade virtual. Entre os palestrantes, estava Nadia Murad, ativista pelos direitos humanos que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2018, que discutiu a importância da educação para a transformação social.
O evento segue os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e o Pacto Global, que garante responsabilidade na promoção de um futuro inclusivo e sustentável. Desde 2021, a Emeron está na lista de instituições brasileiras signatárias do Pacto Global.
O juiz Dalmo conta que a educação foi um dos temas centrais do evento e ressalta dois pilares fundamentais que ele identificou nas palestras que acompanhou. Um desses pilares foca tanto nas pessoas quanto na tecnologia, com ênfase no impacto positivo que essa combinação pode ter na sociedade. Ao utilizar dados tecnológicos para orientar políticas públicas, é possível beneficiar grupos sociais diversos, como colaboradores(as), alunos(as) e o corpo docente. Ele ressalta que foi especialmente positivo observar que a tecnologia está sendo desenvolvida com a inclusão em mente, demonstrando uma preocupação clara em atender às necessidades de acessibilidade.
“Outro ponto destacado foi a necessidade de as pesquisas tecnológicas se voltarem para o bem da sociedade, e não apenas para a indústria, comércio ou economia. Gostaria de agradecer à Escola da Magistratura, através do nosso diretor, desembargador Alexandre Miguel, por proporcionar a oportunidade de alguém do meio jurídico participar de uma feira tecnológica e agregar conhecimentos que serão disseminados aos nossos colegas professores(as) e pedagogos(as). Isso contribuirá para o crescimento da escola, alinhando-se com o conceito de uma sociedade tecnológica, mas, sobretudo, humana”, compartilhou o magistrado.
Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron
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