Evento aconteceu entre os dias 25 e 29 de novembro, em Porto Velho e outras quatro comarcas do interior
A Escola da Magistratura de Rondônia (Emeron) realizou a 7ª Semana da Segurança Institucional, entre os dias 25 e 29 de novembro, em Porto Velho e outras quatro comarcas do interior: Jaru, Pimenta Bueno, São Miguel do Guaporé e Ji-Paraná. O evento teve como objetivo promover a conscientização sobre a segurança institucional, disseminar a educação nessa área e contribuir para a consolidação de uma cultura de proteção no âmbito do Poder Judiciário.
Nas cidades visitadas, ocorreu uma reunião técnica com o Vice-Presidente do TJRO e Diretor do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), acompanhado por outros representantes do GSI, das Assessorias Militares e da Coordenadoria de Segurança Patrimonial e Humana.
Durante a semana, foram ministradas palestras pelo coronel da Polícia Militar de Rondônia Marcos Cleiton Freire, Coordenador de Planejamento Operacional e especialista em negociação de reféns e gerenciamento de crises. Freire abordou os Procedimentos de Segurança contra Atiradores Ativos no âmbito do PJRO, destacando a importância de criar uma cultura de proteção para todo o público do Tribunal de Justiça de Rondônia.
“A ideia é conscientizá-los de que um evento desse pode acontecer e eles saibam que existem medidas que podem ajudá-los a terem um escape melhor numa situação assim”, afirmou o coronel Freire.
O participante foi o capitão Pedro Daniel Simões Barbati, Assessor Bombeiro Militar do TJRO, que ressaltou a relevância da segurança institucional voltada para o combate a incêndios e pânico nos prédios do Tribunal, com foco em ações preventivas e formação de brigadas de emergência.
“Todas as ações do tribunal nesse sentido são voltadas para a segurança dos servidores em casos de pânico, evacuação, combate a incêndio e primeiros socorros. Temos feito brigadas de incêndio em formação continuada todos os anos”, destacou Barbati.
“A unidade do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) existe para que a gente possa levar essas perspectivas [...] Precisamos que esse projeto seja continuado para ampliar a visão das pessoas e promover uma mudança de paradigmas em relação à segurança patrimonial e humana”, afirmou Paiva.
Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron
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