Na noite de segunda-feira, 21, a Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron) realizou a Aula Magna da Turma 2017 do Curso de Pós-Graduação em Direito para a Carreira da Magistratura em Porto Velho e em Ji-Paraná. Em Porto Velho, os professores Guilherme Baldan, Sérgio Willian, Edenir Albuquerque e Úrsula Gonçalves comandaram a recepção dos novos alunos, já em Ji-Paraná, a responsabilidade foi do Des. Isaías Fonseca.

Ao entrar na sala, cada aluno era recepcionado com um formulário de entrevista. Nas perguntas, os questionamentos eram sobre gostos e preferências pessoais, como a música preferida do entrevistado. Ao final, cada aluno teve que apresentar as respostas da entrevista, realizada com um novo colega, apresentando-as na primeira pessoa. A dinâmica possibilitou a interação entre os novos alunos. Outros professores, como o Des. Walter Waltenberg, participaram das atividades.

Em seguida, o vice-diretor da Emeron, juiz Guilherme Ribeiro Baldan, apresentou a Emeron e suas ações. A Pós-Graduação em Direito para a Carreira da Magistratura também foi retratada, assim como seus professores, ementa e as normativas disciplinares. Os discentes das turmas 2015 e 2016 da especialização também prestaram depoimentos sobre suas experiências no curso, como forma a incentivar os novatos.

Finalizando a aula magna na Capital, os alunos participaram de uma atividade prática. Divididos em grupos com componentes rotativos, os discentes discutiram possíveis sentenças para absolvição e condenação de um caso de homicídio.

JI-PARANÁ

Em Ji-Paraná, os novos alunos foram recepcionados com dinâmicas e música pelo Desembargador Isaías Fonseca.

Os discentes foram divididos em grupos que receberam algumas tarefas. Um dos grupos deveria cantar a música “Anunciação”, de Alceu Valença, e a partir da percepção dos obstáculos em cantar, descrever quais as dificuldades de cursar a especialização. Em outro grupo, os participantes deveriam produzir objetos, que tivessem significado, com uma folha de papel. Avião e espelho foram algumas das peças construídas. “Demorei a entrar na faculdade, tentei outros cursos, mas não me vi naquelas carreiras pois não tinha um mentor, alguém em que me espelhar. Hoje eu sou um espelho para minha família por ter me formado”, afirmou uma das alunas.

Já em outro grupo, os integrantes tinham como função a observação das ações dos novos colegas e o registro das atividades para um debate ao final das atividades.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron

Permitida a reprodução mediante citação da fonte Ascom/Emeron

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