Na última semana, a Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron) concluiu a segunda etapa do projeto Justiça Restaurativa na Escola – Jaru, com o objetivo de capacitar profissionais da educação e do setor social para a aplicação de práticas restaurativas no ambiente escolar. A iniciativa visa a promoção da cultura de paz e a resolução de conflitos de forma mais humanizada.
A segunda fase do curso intensivo deu continuidade à capacitação de servidores do Núcleo Psicossocial de Jaru (Nups), professores da rede pública, conselheiros tutelares, psicólogos e assistentes sociais ligados ao CREAS e CRAS.
A formação contou com a participação ativa de profissionais que vivenciaram práticas circulares restaurativas, que aprofundou conhecimentos sobre metodologias de resolução de conflitos e fortalecimento das relações interpessoais no contexto educacional.
As atividades foram conduzidas pelas formadoras Wídia Suerlândia Marinho Paiva e Luciana Lima Martins, que proporcionaram vivências práticas de círculos restaurativos, abordando temas como o papel do facilitador, os princípios do processo circular e o planejamento de ações restaurativas nas escolas.
Para encerrar o ciclo formativo, os participantes elaboraram planos de ação individuais e coletivos para a implementação de práticas restaurativas em suas instituições, reforçando o compromisso com a construção de uma cultura de diálogo, respeito mútuo e corresponsabilidade.
O caráter vivencial da formação contribuiu para que os participantes compreendessem a justiça restaurativa enquanto um paradigma de convivência, capaz de contribuir para a construção de relacionamentos saudáveis, além de se constituir em importante estratégia de difusão e ampliação das práticas restaurativas para contextos comunitários.
Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron
Permitida a reprodução mediante citação da fonte Ascom/Emeron
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