
O Projeto Diálogos com as Juventudes, iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foi realizado em Rondônia nos dias 6 e 7 de novembro, em uma parceria com a Escola da Magistratura de Rondônia (Emeron).
A ação reuniu mais de 100 alunos das escolas Murilo Braga, em Porto Velho, e Heitor Villa-Lobos, em Ariquemes, que participaram de oficinas e dinâmicas conduzidas pelas equipes da Emeron e do CNJ.
Com uma metodologia interativa e acolhedora, o projeto busca aproximar o Poder Judiciário das juventudes brasileiras, promovendo reflexões sobre direitos, cidadania, diversidade e convivência democrática. A proposta é contribuir para a formação de jovens conscientes, participativos e comprometidos com a construção de uma sociedade mais justa.
Rondônia foi o estado-piloto da Região Norte para a aplicação do projeto — um marco importante na consolidação de políticas de cidadania voltadas ao público jovem. Para o coordenador do projeto no CNJ, Vinicius Couto, os resultados da experiência foram inspiradores:
“A gente está muito feliz com o projeto, especificamente com a aplicação que foi feita, porque vimos que está funcionando. Houve um processo de interação entre as juízas e os adolescentes, a ponto de eles conseguirem se abrir — dos dois lados — sobre questões sensíveis. E esse é o objetivo do projeto: aproximar a juventude do Poder Judiciário.”
Em Porto Velho, as atividades foram conduzidas pelas magistradas Úrsula Gonçalves e Fabíola Inocêncio. Já em Ariquemes, as juízas Ana Lúcia Mortari e Fani Angelina de Lima estiveram à frente das oficinas.

Os encontros proporcionaram momentos de escuta, troca de experiências e diálogo aberto, que emocionaram tanto os estudantes quanto as magistradas.
A estudante Raira Pyetra, de 16 anos, contou que a experiência marcou sua forma de ver a Justiça:
“Eu amei essa palestra, a forma como as juízas falaram com a gente foi muito interessante. Foi divertido, esclarecedor e inspirador. Eu ficaria horas ouvindo elas — foi uma experiência muito especial.”
Para a juíza Ana Lúcia Mortari, o projeto revela o interesse genuíno das novas gerações em compreender o papel da Justiça:
“Os jovens querem conhecer mais sobre seus direitos, sobre o funcionamento da Justiça. Isso aproxima os adolescentes e até os incentiva a, quem sabe, estarem um dia no nosso lugar. É importante mostrar que a figura do juiz e da juíza não é distante, mas comprometida em reforçar os direitos de todos.”
O diretor da Emeron, desembargador Alexandre Miguel, destacou a relevância do projeto e o orgulho da instituição em contribuir com uma iniciativa nacional voltada à juventude.

“Este projeto é muito significativo, porque fala diretamente sobre cidadania e direitos humanos, temas que dizem respeito a todos nós. Saibam o quanto vocês são importantes. Nós, do Poder Judiciário, junto com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), unimos esforços para estar aqui com vocês. Essa parceria mostra o valor que damos à participação das juventudes na construção da cidadania e na abertura de caminhos para um futuro melhor”, afirmou.
Com ações como o Diálogos com as Juventudes, o CNJ e a Emeron levam a Justiça a se aproximar cada vez mais próxima das pessoas, com uma Justiça que ouve, acolhe e inspira.
Fonte: Ruan Gabriel - Assessoria de Comunicação – Emeron
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