
Servidores do CM durante visita ao Museu da Justiça, no Rio de Janeiro. A servidora Josiane Schereder Azevedo (de vestido branco) e o servidor Almício Fernandes (quarta pessoa da esquerda para a direita) participaram da visita, que teve como objetivo aprofundar o conhecimento sobre a preservação do patrimônio judiciário.
Para aprimorar a gestão documental e as práticas de preservação de memória, servidores do Centro de Memória do Judiciário (CM) realizaram uma visita técnica ao Arquivo Nacional (AN) e ao Museu da Justiça do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). A ação, solicitada pela Coordenação do CM e organizada pela Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron), teve como objetivo identificar e estudar acervos históricos da época do Território Federal de Rondônia, além de estreitar laços com essas instituições de relevância nacional.
A visita ao Arquivo Nacional permitiu que a servidora Josiane Schereder Azevedo e o servidor Almício Fernandes, ambos lotados no CM, tivessem acesso a uma vasta coleção de documentos que mencionam a participação ativa de membros do TJRO na criação e cooperação com outras instituições, refletindo o valor do acervo do Arquivo Nacional para o entendimento da história de Rondônia e do Poder Judiciário do estado.
Além da visita ao Arquivo Nacional, os servidores tiveram a oportunidade de conhecer o Museu da Justiça do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O primeiro momento da visita foi dedicado a explorar as instalações internas do museu e a organização de seu acervo, com destaque para as exposições transitórias. Já o segundo momento envolveu uma visita mediada que abordou a estrutura histórica do prédio, contando também com a participação de auditores e magistrados angolanos, promovendo um rico intercâmbio de experiências e saberes.
Para Josiane Schereder conhecer o AN e o Museu de Justiça foi uma experiência enriquecedora. “A visita como um todo me impactou muito, pois ficamos totalmente imersos nas atividades e programações, aprendendo sobre a gestão de documentos e objetos que ambos os acervos gerenciam,” conta. Ela também relata que algo que chamou muito a sua atenção foi a equipe preparada para restaurar qualquer documento. “Pudemos presenciar a restauração de um dos documentos históricos e perceber a utilização de várias técnicas combinadas, o que seria de grande valia para o Centro de Memória do TJRO,” complementa.
Texto: Júllya Tavares (estagiária com supervisão) – Assessoria de Comunicação da Emeron
Permitida a reprodução mediante citação da fonte Ascom/Emeron
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