A Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron) realiza no próximo dia 10 de dezembro (quarta-feira) o Seminário Diálogos sobre Assédio, Discriminação e Perspectiva Racial no Poder Judiciário, no auditório do edifício-sede do Tribunal de Justiça de Rondônia (Rua José Camacho, 585, Olaria).

O propósito do seminário é fortalecer a formação crítica, inclusiva e antidiscriminatória de magistrados(as) e servidores(as), ampliando a compreensão sobre os impactos das práticas de assédio e discriminação, bem como o papel do Judiciário na promoção da equidade.
Entre os temas que serão discutidos estão a importância do Formulário Rogéria na coleta de dados e na visibilização das demandas de pessoas LGBTQIA+, a atuação anticapacitista, protocolo e julgamento com perspectiva racial e as responsabilidades de cada um em construir um ambiente livre de assédio.
Além de oferecer espaços de reflexão e debate, o seminário marcará a apresentação da primeira pesquisa diagnóstica sobre assédio e discriminação no Tribunal de Justiça de Rondônia, trazendo dados inéditos que permitirão uma análise concreta da realidade institucional e subsidiarão a formulação de políticas mais efetivas de prevenção e enfrentamento.
A realização do evento, que encerra a programação dos 21 Dias de Ativismo pela Não Violência contra a Mulher, reforça o compromisso do TJRO com a construção de uma cultura organizacional pautada no respeito, na equidade e na valorização da diversidade, contribuindo, assim, para o fortalecimento da democracia e da justiça social no âmbito do Poder Judiciário.
Palestrarão a auditora-fiscal do Ministério do Trabalho Luciana Veloso Baruk, a mestra em direitos humanos Andreia Marreiro Barbosa, a juíza Renata Conceição Nóbrega Santos e a mestra em educação especial Luisa de Souza Leão Almeida.
As inscrições estão abertas até o dia do evento ou o preenchimento das vagas.
A realização do seminário está alinhada aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs) 4 (Educação de Qualidade, 5 (Igualdade de gênero), 10 (Redução das desigualdades) e 16 (Paz, justiça e instituições eficazes).
Por Diêgo Holanda - Assessoria de Comunicação da Emeron
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