O lançamento do livro O Tabelião e o Ministro, de autoria do jornalista e pesquisador Julio Olivar, promovido pela Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron), teve ampla repercussão na imprensa rondoniense e em veículos especializados. A obra resgata a trajetória da família Coêlho na Amazônia, com destaque para a atuação de Francisco Plínio Coêlho Filho, ex-prefeito de Porto Velho, e homenageia o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Raul Araújo, neto de Plínio Coêlho Filho.

As matérias publicadas ressaltaram o caráter histórico e cultural da obra, que contribui para a compreensão da formação política, social e institucional da região amazônica, especialmente de Porto Velho e de Rondônia. A imprensa destacou que o livro ultrapassa o registro biográfico ao reconstruir, de forma sensível, um período em que a Amazônia ainda buscava sua definição político-administrativa, iluminando os vínculos entre Porto Velho, Humaitá, o território que se tornaria Rondônia e a consolidação das instituições jurídicas brasileiras.

Durante o evento, o diretor da Emeron, desembargador Alexandre Miguel, enfatizou a responsabilidade institucional da Escola na preservação da memória amazônica. Em sua fala, destacou que a Emeron não se limita à formação técnica de magistrados e magistradas, mas atua, por vocação, como espaço de reflexão sobre a Justiça, o Estado e a sociedade. Nesse contexto, preservar a memória histórica é uma extensão natural de sua missão institucional e um compromisso permanente com a identidade do Judiciário rondoniense.

O diretor também ressaltou que, na Amazônia, o Direito sempre exigiu sensibilidade, criatividade e coragem, sendo construído não apenas a partir das leis escritas, mas também nos diálogos cotidianos, nas relações comunitárias e nas soluções encontradas diante das distâncias e das adversidades próprias da região. Valorizar a memória amazônica, segundo ele, é reconhecer as origens do próprio Poder Judiciário local e compreender que a Justiça se fez — e continua a se fazer — em múltiplos níveis, inclusive por meio de personagens como o tabelião Francisco Plínio Coêlho, cuja história é resgatada pela obra.

A presença do ministro Raul Araújo no lançamento foi amplamente noticiada, com destaque para seu discurso, no qual reforçou a importância da memória, das origens e da valorização das trajetórias familiares e institucionais. Veículos repercutiram o simbolismo de uma linhagem marcada pelo serviço público e pela vocação jurídica culminar na atuação de um ministro do STJ, evidenciando como histórias regionais profundas se integram ao grande mosaico do Judiciário brasileiro.

A imprensa também enfatizou que o livro se consolida como um documento cultural relevante para Rondônia, para o Amazonas e para o Judiciário nacional, ao demonstrar que a formação das lideranças judiciais não começa apenas nas faculdades modernas, mas se constrói ao longo do tempo, nas pequenas serventias, nos grupos escolares e nos valores transmitidos entre gerações.

De forma recorrente, os veículos destacaram o papel da Emeron e do Centro de Memória do Poder Judiciário de Rondônia como espaços fundamentais para a preservação da história institucional e regional, ressaltando o lançamento como exemplo de uma política consistente de valorização da memória, da produção intelectual e do diálogo entre Direito, história e sociedade.

A repercussão do lançamento de O Tabelião e o Ministro reforça, assim, o compromisso da Emeron com a formação jurídica orientada pelo conhecimento, pela cidadania e pela preservação da memória amazônica, consolidando a Escola como referência nacional na promoção do saber jurídico aliado à identidade histórica e cultural da região.

Confira as principais notícias divulgadas na imprensa:

 

 

Por Larissa Zuim - Assessoria de Comunicação – Emeron

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