Em 2019, ano da defesa do trabalho, o programa de Mestrado Profissional em Direitos Humanos e Desenvolvimento da Justiça (DHJUS) foi realizado com apoio e fomento da Escola da Magistratura de Rondônia (Emeron), por meio de convênio com a Unir.
O uso do nome social no Âmbito do Tribunal de Justiça de Rondônia foi o tema da dissertação da aluna e servidora, Jucilene Nogueira Romanini Mattiuzi. Ela, que atua como assessora de desembargador, obteve o título de mestre em Direitos Humanos e Desenvolvimento da Justiça pela Universidade Federal de Rondônia (Unir/TJRO).

Em sua dissertação tratou de tópicos como direitos das pessoas LGBT+, princípios da dignidade da pessoa humana, da liberdade e da igualdade, a violência em razão de orientação sexual, identidade de gênero e um histórico do reconhecimento ao direito do uso de nome social nos tribunais brasileiros.
A pesquisa teve como objetivo propor a regulamentação do uso do nome social no TJRO, bem como estimular a capacitação de magistrados e servidores para o tratamento adequado da temática, contribuindo para um Judiciário mais inclusivo, humanizado e alinhado aos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da igualdade. A orientação foi do professor doutor Delson Fernando Barcellos Xavier.
Conforme Jucilene, a escolha do tema foi motivada pela necessidade de melhor promover a efetivação dos direitos fundamentais de todos no âmbito do Poder Judiciário, especialmente quanto ao reconhecimento da identidade de gênero para as pessoas trans.
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Fonte: Assessoria de Comunicação da Emeron
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