A Escola da Magistratura do Estado de Rondônia lançou, na última semana, uma edição especial da Revista da Emeron com artigos sobre justiça restaurativa. Em conjunto com o lançamento no portal da revista, a edição foi apresentada em João Pessoa, durante o I Congresso Internacional de Justiça Restaurativa.
O encontro reuniu pesquisadores e representantes de tribunais federais e estaduais de todo o Brasil, em um espaço qualificado de diálogo interinstitucional, aprofundamento teórico e compartilhamento de práticas inovadoras alinhadas à Política Nacional de Justiça Restaurativa, fortalecendo redes e consolidando estratégias de implementação no âmbito do Judiciário.

A organização foi do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa da Paraíba (NEJURE) e do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE/PB), com o apoio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Revista
A publicação lançada no congresso conta com diversos artigos científicos, além de relatos de experiências que exploram o diálogo, a empatia e a reparação como ferramentas essenciais de transformação social, por meio do Poder Judiciário.
A juíza Ursula Gonçalves Theodoro de Faria Souza, do Tribunal de Justiça de Rondônia, participou do evento de lançamento da obra, como uma das autoras da publicação.
“O lançamento do Dossiê Temático da Revista da Emeron, dedicado à Justiça Restaurativa, simbolizou um marco acadêmico-institucional, reafirmando o compromisso com a produção científica qualificada, a difusão de experiências exitosas e o amadurecimento epistemológico do campo restaurativo no Brasil”, disse a magistrada.
Também autora de um artigo, a analista judiciária psicóloga Rosiane Paulo dos Santos Ferreira Siqueira, da Comarca de Ouro Preto do Oeste, afirmou que sua participação representa o compromisso da EMERON com a pesquisa científica, com o processo de escuta e construção de práticas restaurativas que realmente impactam vidas.
Em seguida, a psicóloga finalizou afirmando que “Ao acompanhar os debates e escutar diferentes experiências nacionais e internacionais, reafirmei minha convicção de que a Justiça Restaurativa não é apenas uma metodologia, mas um modo de compreender os conflitos e as relações humanas. Cada fala compartilhada ampliou meu olhar e fortaleceu em mim a responsabilidade de seguir produzindo conhecimento comprometido com a transformação social. Senti que aquele espaço potencializou algo que já carrego na minha trajetória: a crença no diálogo como instrumento de reconstrução de vínculos e no fortalecimento de uma justiça que acolhe, responsabiliza e transforma”.
Clique aqui e leia a edição da revista sobre justiça restaurativa
Por Diêgo Holanda - Assessoria de Comunicação da Emeron
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