No dia 18 de outubro, foi realizada a III Atividade de Pesquisa Programada (APP) do Curso de Mestrado em Direitos Humanos e Desenvolvimento da Justiça (DHJUS), oferecido pela Universidade Federal de Rondônia (Unir) em parceria com a Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron). A atividade, que integra a disciplina Direito Ambiental, Sociedade e Desenvolvimento, contou com visitas técnicas dos mestrandos à 17ª Brigada de Infantaria de Selva (BIS) e à Base Aérea de Porto Velho.

As APPs têm como meta levar os estudantes do DHJUS ao conhecimento prático de pesquisas de campo em áreas que reflitam questões referentes aos Direitos Humanos e Justiça, bem como às formas de acesso, entendimento e exercício desses direitos junto aos mais diversos povos, etnias, grupos sociais e culturais do Brasil, a partir das óticas do Direito, Filosofia, Antropologia, Sociologia, Socioambientalismo, História e Multiculturalidade, além da análise das políticas de Direitos Humanos e acesso à justiça implementadas no país.
Nesta edição, foram trabalhadas questões socioambientais e legislação ambiental no Brasil, assim como os problemas judiciais recorrentes em Rondônia, onde a situação ambiental permeia todo o projeto de desenvolvimento e organização das sociedades. Acompanhados pelo professor Dr. Delson Xavier, os 20 alunos estiveram primeiro na 17ª BIS, onde foram recepcionados pelo Chefe do Estado-Maior da Brigada, coronel Roberto Dorneles, que ministrou uma palestra sobre as atividades socioambientais desenvolvidas pelo exército, as operações de GLO (Garantia da Lei da Ordem) nos presídios e a atuação nas áreas de fronteira.

Após, a comitiva dirigiu-se à Base Aérea para a visita coordenada. Lá, também assistiram a uma palestra, do coronel Rômulo Coutinho Lucas, comandante da Ala 6 (novo nome da base), que falou sobre a missão da Força Aérea Brasileira e seu histórico em Rondônia, desde a instalação do primeiro rádio-farol em Porto Velho, em 1950, até a inauguração da base em 1984. O comandante explicou ainda a estrutura das unidades e as ações sociais desenvolvidas.

Segundo o coronel Lucas, “essa troca de informações traz um conhecimento para todos, tanto para a gente de saber o que está sendo desenvolvido em termos da justiça e desse curso, como também para eles, acadêmicos que têm atuação no âmbito do Poder Judiciário e passam a conhecer um pouco mais do que a força aérea faz, podendo aprender a valorizar mais essa atividade tão importante da nossa nação que é a defesa do nosso espaço aéreo”.
A juíza Marisa de Almeida, aluna do curso, diz que o mestrado possibilita essa amplitude de conhecimento: “Essa disciplina nos proporciona a demonstração de que os Direitos Humanos não são apenas uma ação, mas sim um conjunto de ações voltadas para o engrandecimento da nossa formação e da nossa confirmação e progressividade do Direito. Essas visitas nos comprovam isso, de como as nossas forças armadas estão dedicadas a esse engrandecimento e com o envolvimento social confirmando ainda mais a sua importância”.
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Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron
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