A Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron) realizou na manhã de ontem, 22, aposição das fotos dos desembargadores Sansão Batista Saldanha e Paulo Kiyochi Mori na Galeria dos Ex-Diretores. A homenagem, realizada no Hall dos Plenários, contou com a presença de familiares, amigos e servidores do Poder Judiciário de Rondônia.

O Diretor da Emeron, desembargador Marcos Alaor Diniz Grangeia, abriu a cerimônia destacando a contribuição de cada um de seus antecessores para que a Escola se tornasse o que é hoje: uma referência. Para ele, o sucesso só foi possível graças a preocupação dos gestores em dar continuidade aos projetos iniciados e de buscar sempre o avanço contínuo das atividades da Escola da Magistratura. 

 

A primeira foto a ser descerrada foi a do Desembargador Sansão Saldanha, que esteve à frente da Emeron no biênio 2014-2015. Sansão, que está em Brasília cumprindo agenda como Presidente do Tribunal Regional Eleitoral, foi representado pelo vice-presidente do Tribunal de Justiça, Desembargador Renato Mimessi.

Em carta, ele agradeceu a honraria e prestou homenagem a aqueles que colaboraram com sua passagem pela Escola. “Fico feliz e agradecido de ser posto entre aqueles que engrandecem a administração da magistratura de Rondônia. Estendo as congratulações ao Juiz Ilisir Bueno Rodrigues, que tive como vice em minha gestão, e a todos os servidores que compuseram as equipes de apoio aos trabalhos naquele biênio, sem os quais não teríamos alcançado o êxito com o qual fomos brindados”.

Sansão também ressaltou a importância do trabalho realizado pela Escola. “Somente através do conhecimento e preparação dos juízes poderemos resgatar a sabedoria suficiente e necessária para se fazer justiça neste que parece ser um mundo conturbado pelo imediatismo das comunicações e indiferença para com outro”.

Em seguida, foi a vez do Desembargador Paulo Kiyochi Mori, diretor no Biênio 2016-2017, descerrar sua foto. Em seu discurso, Mori enalteceu a coletividade como fator de êxito. "Destaco o trabalho dos meus antecessores na direção da Escola da Magistratura e de cada servidor. Desde a homenageada de hoje, a D. Lúcia, que sempre prestou apoio, ao cargo de maior responsabilidade, como o vice-diretor da Escola, Guilherme Baldan, que permanece até hoje. O empenho de todos faz com que o trabalho do gestor seja mais fácil”, afirmou.

Colar do Mérito

Além dos ex-diretores, a servidora aposentada Lúcia Araújo Dantas, que atuou na Emeron por mais de duas décadas, também foi homenageada. Lúcia recebeu o Colar e a Medalha do Mérito Judiciário “Fouad Darwich Zacharias”, honraria que presta homenagem especial às pessoas, físicas ou jurídicas, que tenham prestado relevantes serviços ao Poder Judiciário de Rondônia.

Dona Lúcia, como era conhecida por todos, ingressou no Tribunal de Justiça de Rondônia em agosto de 1988, inicialmente lotada na Divisão de Serviços Gerais e posteriormente na Corregedoria-Geral da Justiça. Desde 1º de abril de 1996 atuava na Emeron, onde permaneceu até sua aposentadoria, em 16 de março deste ano. Sempre foi reconhecida e lembrada pelos cuidados com todos aqueles que frequentavam a Escola, seja oferecendo tapioca, um suco ou um chá a aqueles a quem chamava de suas “crianças” ou por nunca esquecer a data de aniversário de alguém. D. Lúcia também é citada como a história viva da Escola da Magistratura, com uma memória ímpar, capaz de recordar fatos e curiosidades com precisão.

Por tudo o que representa ao judiciário e especialmente à Emeron, a outorga foi proposta pelo Diretor da Escola e apoiada pelos membros do Conselho Superior, por toda a equipe e docentes, além de magistrados e servidores do TJRO, que assinaram o requerimento para que ela fosse homenageada. “Essa Corte de Justiça concede hoje, pelo reconhecimento de seu mérito tão distinta honraria à dona Lúcia de Araújo Dantas, pessoa de gestos simples, mas de posições fortes e ativa – exemplo de servidora”, discursou o Desembargador Alexandre Miguel, um dos propositores da concessão.

“A Escola era a minha vida e fazia tudo por ela. Podia ser feriado ou domingo, eu esperava o ônibus para ir trabalhar e não me importava. Se fosse para ficar o dia inteiro e à noite, eu ficava. A Escola está no meu coração, gostava e recebia todo mundo. Inclusive não há um magistrado que eu não conheça ou não saiba o nome, pois eu conheço todos eles”, revela.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron

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