A terceira turma da pós-graduação lato sensu em Gestão Cartorária Judicial, oferecida pela Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron) a 28 servidores do Tribunal de Justiça que atuam prioritariamente em cartórios nas comarcas do interior e capital, chegou ao décimo módulo do curso, realizado nos dias 15 e 16 de março. A disciplina Gestão de Projetos Públicos teve por objetivo capacitar os alunos a atuar de forma inovadora, proativa e participativa no gerenciamento dos projetos institucionais, observando suas etapas e componentes, sob a ótica da qualidade.

Ministrado por Márcio Cavalcante, mestre em administração pela Universidade Federal de Rondônia, o módulo visa auxiliar a inovação gerencial por meio do desenvolvimento de projetos nas unidades judiciárias, propiciando uma gestão proativa e participativa. “Até em função do próprio trabalho que executam, os diretores de cartório são muito focados na área finalística, no processo, mas além de fazer a entrega eles também gerem o cartório e precisam do máximo possível de ferramentas para auxiliar nessa gestão”, diz o professor. “A gestão por si só já é extremamente complexa, então quanto mais ferramental eles tiverem para auxiliar nesse processo para eles será melhor e essa disciplina vem ao encontro desse contexto, ela dá o subsídio de gerenciamento mesmo, de pensar o novo, que às vezes pode ser uma simples mudança numa atividade que já é feita, analisando as consequências positivas e negativas que isso pode trazer e a mudança que aquele servidor vai ter que passar a observar a partir de então”, complementa.

Márcio define projeto como um “vetor de mudanças”. Uma das atividades desenvolvidas na disciplina foi a construção prática de alguns projetos, realizados em grupo pelos alunos. “Muitos deles têm os seus problemas lá na comarca e todos querem criar uma solução para aquele problema, então eles vão buscar entender a partir dessa disciplina como resolver um determinado problema”, diz Márcio. Para a atividade, cada grupo – formado por servidores de diferentes comarcas – definiu uma situação-problema, para tentar entender por que aquele problema acontece e apresentar uma solução, na forma de um projeto operacional.

O ministrante, que atuou como facilitador do processo de elaboração e atualização do Plano Estratégico do TJRO, acredita que, agora na terceira turma, o curso já apresenta maturidade: “É um grande passo que o tribunal está dando, repensar que o diretor de cartório tem sob sua responsabilidade muitas pessoas que obviamente vão contribuir para aquele resultado, seja positivo ou negativo, então essa pós é extremamente necessária e importante, e ao se fazer uma série histórica das três turmas a gente já percebe uma evolução”. Outro fato para o qual ele chama a atenção é que hoje o TJRO trabalha com metodologia pautada em projetos. “Nada mais apropriado que os servidores terem esse contato porque é o dia a dia deles, uma hora ou outra vão se deparar com isso porque a gestão do tribunal é por projetos”, conclui.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron

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