Na semana passada, entre os dias 27 e 31 de maio, aconteceu na Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron) o 11º módulo da pós-graduação lato sensu em Terapia Familiar Sistêmica (TFS): “Estágio Supervisionado, Atendimento Social e Supervisão de Atendimento”. Voltada a psicólogos e assistentes sociais que atuam nos Núcleos Psicossociais das comarcas do Poder Judiciário de Rondônia, a especialização está em sua segunda turma e é realizada no formato híbrido, com módulos no formato Educação a Distância (EaD) e outros presenciais, ministrados por professoras do Centro de Formação e Estudos Terapêuticos da Família (Cefatef), de São Paulo.

Ao todo, foram quatro módulos mensais de estágio supervisionado desde fevereiro, em dois encontros a cada mês, nos quais os alunos fizeram o atendimento a famílias envolvidas em processos judiciais tanto contando com a supervisão presencial das ministrantes, como sozinhos com os colegas, fazendo reportes posteriores às professoras para análise de cada caso em conjunto com a turma.

Karígina Suely de Oliveira Gomes e a filha Ana Lívia Gomes Marques estão entre as famílias atendidas. Karígina conta que não conhecia a fundo o método de terapia familiar sistêmica, mas aceitou participar diante da postura dos pós-graduandos. “Quando eu cheguei aqui, era uma coisa nova, eu já tinha ouvido falar sobre a terapia familiar sistêmica, mas ainda não conhecia a fundo, e de uma forma muito dinâmica e muito especial eles conduziram muito bem, mostraram e me fizeram entender os caminhos de como seria essa terapia. Para mim foi extremamente gratificante”.

Karígina salienta que a formação promovida pelo judiciário é importante não apenas como ferrramenta para o tratamento de conflitos, mas principalmente, para a orientação das famílias em relação a pacificação social. “Eu acho magnífica a iniciativa de capacitar os profissionais, porque as pessoas quando vão procurar a justiça, elas vão muito fragilizadas, elas vão querendo resolver o problema delas, e com a formação, você tem pessoas com sensibilidade e com capacitação para lidar com isso. Às vezes os conflitos nem precisam de justiça para serem resolvidos, às vezes a própria família pode conseguir resolver aquilo, mas falta essa orientação”.

Iniciada no segundo semestre de 2018, a turma agora segue para os módulos finais em EaD e produção dos trabalhos de conclusão de curso, que será finalizado em agosto, com o último módulo presencial de revisão, reflexão e fechamento.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron

Permitida a reprodução mediante citação da fonte Ascom/Emeron

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