O Centro Cultural e de Documentação Histórica do Judiciário (CCDH), vinculado à Escola da Magistratura de Rondônia (Emeron), recebeu nesta última semana estudantes de direito da Faculdade UniSapiens e de psicologia do Centro Universitário São Lucas para uma visita guiada, o primeiro grupo com foco na história do judiciário e o outro na arte, com a exposição “Ser de Fibra” do artista Jan-Frits Obers atualmente em cartaz. No CCDH, a união dos dois temas faz a diferença na experiência das pessoas que visitam o espaço.

Para Acsa Souza, professora do curso de direito e servidora do Tribunal de Justiça de Rondônia, onde atua como oficial de gabinete de desembargador e que não conhecia o Centro Cultural, foi uma oportunidade incrível de estar no ambiente. “Conhecer um pouco sobre a história do Poder Judiciário e quem foram os primeiros que passaram por aqui foi uma experiência muito rica; como o TJRO nasceu, surgiu e se tornou um destaque, e ainda fomos presenteados com a exposição de artes plásticas com muita sensibilidade do artista, então foi uma experiência muito importante para as nossas vidas”, finalizou.

A coordenadora do Núcleo de Práticas Jurídicas e também professora do curso da UniSapiens Jennifer Rates igualmente agradeceu a oportunidade de “trazer os(as) acadêmicos(as) para conhecer o CCDH, que está rico em conhecimento”. Segundo ela, a história do estado de Rondônia precisa ser valorizada: “Precisamos fomentar a visita de mais universitários(as), foi muito bom e acredito no ganho dos estudantes para o resto da vida”, concluiu dizendo que retornará.

Nos dias 9 e 10 de maio, a professora de psicologia Nicole Gubert trouxe acadêmicos do nono e décimo períodos do curso, que estão em atuação profissional em saúde mental no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e utilizam a arte por meio de intervenção com pacientes. Ela conta que a experiência foi muito impactante: “Viemos esperando uma coisa e tivemos uma experiência totalmente diferente, muitos alunos(as) não conheciam o espaço, alguns nunca tinham visto uma exposição de artes e me agradeceram por trazê-los”.

O escritor e artista Elizeu Braga, que já se apresentou no CCDH e estava visitando o espaço, conversou com os(as) estudantes e a professora sobre sua experiência com a arte e declamou poesias. “A arte é uma dessas experiências que perduram com as pessoas”, disse o poeta. Para Nicole, a diferença maior de um dia para o outro foi justamente a declamação de poesia. “Os(as) alunos(as) amaram, se sentiram felizes de estar no CCDH e pensando no desenvolvimento de uma psicologia para além de um diagnóstico, uma psicologia mais humanizada”, pontuou.

Além disso, pelo fato da exposição “Ser de Fibra” ser interativa e poder tocar na tela, sentindo as diferentes texturas, foi uma experiência nova. A professora concluiu falando sobre o espaço ser aberto ao público: “Cada um que conheceu falou que vai trazer a mãe, amigo, outras pessoas para entrar em contato com a arte, cultura e história da nossa região e ver a criatividade das telas feitas na Oficina de Arte e Criatividade com pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), entender como cada um pode se expressar e muitas vezes o processo criativo não vem só de coisas felizes, mas dolorosas. Fiquei maravilhada, as pessoas estão dentro da mesma diversidade e se expressam de forma diferente”.

Venha conhecer o espaço, a história da justiça no estado e ter contato com a arte na exposição “Ser de Fibra”, que fica até o dia 23 de maio na sala multifuncional, de segunda a sexta, das 10h às 17h.

 

Bruna de Paula, estagiária de jornalismo do CCDH (sob a supervisão de Gustavo Sanfelici)

Fonte: Assessoria de Comunicação – Emeron

Permitida a reprodução mediante citação da fonte Ascom/Emeron

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